Dicas importantes para a hora de trocar a cadeirinha de carro

Bebê conforto, cadeirinha de carro ou assento de elevação. Como saber qual a hora de mudar de modelo? A Luísa cresceu e pelo jeito já chegou a hora de trocar o modelo para os passeios. Veja algumas dicas que recebi do pessoal da Alô Bebê.

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Para preservar a integridade física dos pequenos durante o transporte, existe a chamada “lei da cadeirinha”, que vigora desde 2010. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, se a criança não for transportada corretamente com a cadeirinha de carro, os pais estão cometendo uma infração gravíssima. As penalidades incluem multa no valor de R$ 293,47 e a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

Os assentos infantis são pensados para segurar os pequenos nos pontos mais resistentes do corpo, evitando ferimentos em caso de freadas bruscas, colisões e acidentes, mesmo aqueles que não são graves. O item também é muito confortável para os pequenos. É por isso que tantas crianças costumam dormir enquanto viajam no carro ou ficam distraídas com um brinquedo.

Ao se dirigir para qualquer local, até mesmo perto de casa, é obrigatório que os pequenos estejam na cadeirinha adequada para sua faixa etária, seu peso e sua altura desde seu primeiro passeio. Afinal, acidentes tendem a acontecer nos lugares em que você mais conhece!

No entanto, para que a segurança dos pequenos esteja garantida, a mamãe precisa acertar na escolha da cadeira para auto. Por isso, vale a pena conhecer tudo o que você deve considerar antes de fazer a compra desse dispositivo de retenção infantil:

Existem três tipos de cadeirinha

O bebê conforto é o primeiro assento que o bebê vai usar. Desde a saída da maternidade até o pequeno atingir 13 quilos e 0,8 metro – em torno do primeiro ano –, ele deve ficar nessa cadeirinha, levemente inclinada e voltada para o vidro traseiro. Já contei aqui no site sobre o dia que buscamos Luísa no abrigo. Eu não consegui colocar e equipamento no carro para levar o bebê. Sofri com o tal do bebê conforto (leia aqui).

Quando o pequeno já atingiu o peso limite do bebê conforto e controla os movimentos da cabeça e do pescoço, ele deve passar para a cadeirinha, que já pode ficar virada para a frente e na posição vertical. Nesse item, ele ficará até chegar aos 18 quilos e um metro de altura, por volta dos quatro anos.

Entre os quatro e sete anos de idade ou até 36kg e 1,30 metros, o seu filho usará o assento de elevação, conhecido como “booster”. Ele deixa o banco traseiro da altura adequada para passar o cinto de segurança do automóvel, sendo o último acessório para o veículo que a criança usará até poder apoiar os dois pés no chão e ficar confortável sem ele.
Alguns produtos mais robustos combinam mais de um tipo de assento que o seu filho precisará ao longo da vida, mantendo o mesmo nível de segurança e de conforto, fatores essenciais para a escolha ou não de determinada cadeirinha.

“A cadeirinha para carro é absolutamente indispensável para transportar as crianças em todas as situações, tanto em uma ida rápida ao supermercado quanto nas viagens em família durante as férias e feriados. Além disso, tão importante quanto escolher um acessório de qualidade é ter muita atenção à correta instalação. Isso porque, se feito de forma incorreta, pode comprometer a segurança do pequeno. Por conta disso, em toda a rede Alô Bebê oferecemos aos clientes o serviço de instalação feita por profissionais treinados para esse atendimento”, disse Milton Bueno, gerente de marketing da Alô Bebê.

Há um lugar certo para instalá-la

O melhor local para instalar qualquer tipo de cadeirinha é no assento do meio do veículo. Essa posição protege melhor de colisões laterais e permite que as mamães olhem os pequenos pelo retrovisor, sem precisar virar o pescoço para isso. No entanto, nem todos os automóveis possuem o cinto de três pontos nesse local, essencial para a fixação correta da cadeirinha. É por isso que, na maioria das vezes, ela é posicionada no segundo melhor lugar do carro: no assento atrás do motorista.

Nessa posição, há menor risco de colisão lateral do veículo quando comparado ao lado do carona, mas é preciso ficar atento para tirar a criança, pois a porta que você abrirá estará sempre próxima à rua e não à calçada.

Cadeirinhas usadas são arriscadas

Cadeirinhas usadas podem não estar em boas condições de uso para transportar com segurança a pessoa mais importante de sua vida.  Elas podem ter sofrido impactos que tenham danificado o produto e comprometido sua estrutura – mesmo que isso não seja visto a olho nu. Além disso, as cadeirinhas com mais de cinco anos de uso já não possuem a mesma qualidade e resistência de um item novo, deixando o pequeno inseguro no veículo.

A compra de itens usados ou a herança de um bebê da família é uma atitude econômica e sustentável, que vale a pena ser adotada para uma grande parte do enxoval do pequeno. No entanto, quando se trata da cadeirinha, a recomendação é sempre buscar uma nova em lojas especializadas.

Elas devem ter certificação

Para garantir a segurança, é preciso verificar se a acessório possui o selo de certificação do Inmetro (Instituto Brasileiro de Metrologia), marca de conformidade do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), além da norma técnica do país de origem. As informações ficam localizadas na lateral do acessório e/ou no manual de instruções.

Cadeirinhas que não se adequam a esses requisitos descumprem a lei brasileira e, portanto, você pode cometer uma infração de trânsito e deixar o pequeno sem proteção, mesmo sem querer! Por garantia, recomendo dar uma olhada nos modelos existentes em sites confiáveis como a Alô Bebê.

Quem for monta o enxoval fora do Brasil devem ter cuidados redobrados. Antes da compra, o ideal é pesquisar o modelo estrangeiro que é notadamente reconhecido como uma cadeirinha para automóvel segura para os pequenos no país em que será usado.

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