Venha conhecer a comunidade Pai tem que fazer de tudo

 

Foto: Facebook Pai tem que fazer de tudo

Foto: Facebook Pai tem que fazer de tudo

Pai integral. Pai ativo. Pai participativo. Pai 2.0. Pai que educa, que participa, que ajuda, que divide, que troca fraldas, que ri, que diverte, que brinca. E por aí vai….Todos esses títulos ou denominações são direcionados aos pais que estão presentes na rotina e crianção dos filhos. E essas “alcunhas” tem se tornado comuns hoje em dia.

E o que o pai tem que fazer, na realidade? O pai tem que fazer de tudo, é claro. E é essa a proposta de meu conterrâneo, o publicitário Bruno Santiago. Ele rejeita todos esses títulos e ou denominações tão comuns hoje em dia.

Ele é apenas pai. Pai do Samuel.

Samuel tem três anos – a mesma idade maravilhosa da Luísa – e é fruto de uma linda história entre Bruno e Tereza, que eram “amigos” desde os tempos de faculdade em Belo Horizonte. “Eu era apaixonado por ela, porém, recebi o apelido de irmão. Imagina o meu sofrimento”, conta. “Com o tempo, consegui conquistar o coração dela, começamos a namorar e casamos”.

Bruno vem realizando um trabalho muito legal na internet, a comunidade Pai tem que fazer tudo. São mais de 103 mil fãs no Facebook e três mil no Instagram. Fora da “rede”, vem realizando palestras para trocar experiências e acolher papais.

O objetivo, que é que eu sempre defendo, também é de mostrar que os pais são tão importantes como as mamães. “O objetivo é romper com os nossos medos e com a cultura de que o PAI é só para jogar bola, fazer bagunça, pagar as contas do mês, comprar as melhores bonecas/carrinhos e colocá-los nas melhores escolas. E a mãe é quem cuida, troca fralda, faz comida. O PAI tem que participar e fazer junto com as mães, como um time. De todos os momentos! Ser parceiros das mamães”, diz, deixando um conselho mais do que precioso. “Não é possível perder um segundo; o tempo voa”.

Bruno frequentou cursos de grávidos, assistiu dezenas e dezenas de vídeos no Youtube e se preparou para a maior função de sua vida.

Samuel, que hoje tem três anos de idade como já citei ali em cima, mudou por completo a vida de Bruno. O garoto foi fruto de muito amor e persistência do casal, mesmo diante de alguns empecilhos. “A ideia de termos um filho era compartilhada. Tentamos, mas descobrimos que eu tinha um problema. Fiz vários testes e a probabilidade era pequena. Tentamos de tudo e conseguimos, porém perdemos semanas depois (é a pior dor do mundo…). A esperança imperava e conseguimos engravidar novamente. Nosso Samuel nasceu em 2013”, revela o publicitário. “Ser pai é amar algo mais do que a si próprio. Minha vida! Meu ar! Não tem explicação!”

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Eu o questionei sobre essa questão de pai participativo e tals, que é uma das coisas que sempre me perguntam depois que criei o Diário do Papai. E adorei a resposta do Bruno: “Para mim pai é pai. Não precisa de “ativo”, “participativo”. Se entrega 100% ou tem algo errado. Está no coração mesmo! Poder cuidar de uma coisa mais linda do mundo. Fazer de tudo por ele. Mais do que pra mim mesmo!”.

Disse tudo.

O mais legal de tudo o que tenho acompanhado desde que virei papai e montei o site, é justamente isso: ver como tem gente legal, que compartilha coisas interessantes e inspiradoras para todos nós. “É uma transformação na vida da gente. Estamos 1000% ligados ao filho. São muitas noites sem dormir, chegar em casa morto, mas ficar energizado imediatamente ao ver alguém falar papai. São milhares de fraldas trocadas, banhos, papinhas, algumas inseguranças, mas sempre prontos (eu e Tereza) para superarmos juntos. É a nossa família! Nunca sobrecarreguei a mamãe. Aqui em casa somos parceiros. Não tem tempo ruim”.

E para ninguém dizer que estou apenas fazendo um monte de elogios ao meu amigo, saibam que ele tem seus defeitos, incluindo um que é terrível…. É torcedor do Galo.

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