Luísa e seu primeiro amor

cachorrinho capa

Esse é o meliante que parece ter fisgado o coração da minha filha.

 

 

Assim que amigos e familiares ficaram sabendo que a Luísa era a nova integrante da família, o carteiro que passa aqui na rua começou a ter muito mais trabalho.

Foram pacotes e pacotes de presentes para a pequena. Chegaram encomendas de Fortaleza, Minas Gerais, São Paulo (interior e capital), Miami e outros locais mundo afora.  Roupinhas, sapatinhos, brinquedinhos e uma série de coisas, uma mais linda do que a outra.  Acho que nunca tive como agradecer um a um por tanto carinho.

O quarto do bebê ficou parecendo um zoológico de pelúcia: são ursos, corujas, leão, alce, centopéia, abelhas e etc…

E no meio dos pacotes, chegou o tal “cachorrinho”, enviado pela minha prima Cristiane Segatto. Pequenino, desde o início foi o aliado da Luísa na hora de dormir. Passado um ano e cinco meses, ainda é o amigo inseparável na hora das sonecas. Quando ela começa a passar os dedinhos na cauda do bichinho e o leva próximo ao rosto, pode saber: melhor deixá-la quieta pois o sono chegou e está finalmente vencendo sua vontade de ficar acordada.

Encardido, fedorento, todo massarocado (que não achei no dicionário mas no nosso mineirês significa amassado, amarrotado, detonado, “massetado” e por aí vai), o cachorrinho é mais um integrante da família. E sua função não é só ser o companheiro do bebê. Ele “dá sinal” quando ela acorda (calma, ele não late. É só um chocalho que acaba fazendo barulho quando Luísa se mexe).

A cauda e o focinho estão sempre pretos e não pense vocês que isso é porque papai e mamãe são relaxados. Ele já passou pela máquina de lavar, ficou de molho por horas e horas e mesmo assim, não houve produto de limpeza que o deixasse “novo”. Nem esses produtos de comerciais, nem nada.

Olho para ele e lembro do Sansão, aquele coelhinho igualmente encardido da Mônica. Talvez seja sua marca registrada.

E fico cá pensando com meus botões: em meio a tantos bichinhos e brinquedos, como um foi se transformar no xodó dela? Não que Luísa não goste e não brinque com os demais, muito pelo contrário, mas o cachorrinho é o “eleito”.

Resolvi escrever sobre essa “relação”, pois percebo que o “cachorrinho” talvez seja o primeiro amor da Luísa. E agora estou olhando ela dormir abraçada com o bichinho e não sei como terminar o texto.

Então vou apenas apresentá-lo a vocês:  cachorrinho da Luísa, mundo… Mundo, esse é cachorrinho da Luísa…

 

Nem Omo e nem Vanish: o encardido já faz parte do cachorrinho

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Comentários

  1. oraida maria santos escandiussi disse:

    Lindo, lindo…que texto…Parabéns meu filho.

  2. Fabrício Escandiuzzi disse:

    🙂

  3. pay4you disse:

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