Diário do Papai

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3 livros para apresentar a cultura indígena aos pequenos

Antes dos europeus chegarem por aqui, nosso país era todo formado por povos indígenas. Hoje, infelizmente, poucas tribos restaram, mas elas ainda resistem! Conhecer essas raízes é muito importante para valorizarmos parte de quem somos. Por isso, apresentar desde cedo aos pequenos a cultura indígena é fundamental para que as novas gerações não se esqueçam das raízes que formam o povo brasileiro.

Pensando nisso, o Blog Leiturinha preparou uma dica super especial: 3 livros infantis sobre cultura indígena! E que o Diário do Papai repassa aqui.

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Por que a higiene nasal é tão importante para evitar problemas respiratórios

Esfria, esquenta, esquenta mais, esfria de novo, chove, venta, esquenta e esfria. O tempo parece uma sanfona e não tem como escaparmos das doenças típicas da estação. E quase uma unanimidade entre os médicos: uma das medidas mais eficazes para evitar problemas respiratórios, principalmente gripes, resfriados e crises alérgicas, é o bom e velho soro fisiológico.

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Dia da Adoção: 8,7 mil crianças estão no Cadastro Nacional

existem 8,7 mil crianças e adolescentes e 43,6 mil pretendentes devidamente cadastrados no CNA, o Cadastro Nacional da Adoção, coordenado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça desde 2008. Na última década, mais de 9 mil adoções foram realizadas. Só no período de janeiro a maio deste ano, 420 famílias foram formadas com o auxílio do CNA.

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Carta para a mamãe

Mamães de primeira, segunda e terceira viagem sempre serão mulheres maravilha, na opinião do nosso Diário do Papai. Feliz dia das Mães: sem vocês nada seria possível.

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O que você precisa saber para sobreviver à primeira adolescência: os terríveis dois anos

Sabe o que é a primeira adolescência? Aqui você encontra o que você precisa saber para sobreviver aos terríveis dois anos. Aquele doce de criança da foto acima parece ter ficado no passado. Sua filha agora passa a fazer birra por qualquer coisinha, esperneia, grita e muda de humor repentinamente. Não é o fim do mundo, é o chamado “terrible two”, os “terríveis dois anos”. Mas há uma chance para nós papais sobrevivermos a essa fase?