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“Parem de tratar crianças como objeto”, diz promotor sobre ação contra casais que devolveram adotados

O promotor de Vacaria, Luís Augusto Gonçalves Costa, explicou ao Diário do Papai que critério deverá ser utilizado em todos os casos de devolução de crianças. Motivo alegado para desistência foi o excesso de birras e choros do casal de irmãos. “Esperamos que outros promotores sigam essa linha para que parem de tratar crianças como objetos”, disse.

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Atenção papais: Paternidade ativa não é só trocar fraldas e pagar contas, aponta relatório

Não há mais espaço para “piadinhas” que reforçam os estereótipos de papais desastrados e nem para marmanjo com “nojinho” de trocar fraldas cheias do “número dois”. Você acha que pai participativo é aquele que ajuda a trocar fraldas, pega as crianças na creche, as leva para brincar no parque e tomar sorvete?
Ser pai deve ser muito mais do que isso.
A presença paterna tem até aumentado, mas pecamos em pontos importantes: a divisão de tarefas com as mulheres continua muito abaixo do esperado. Temos que nos mexer…
É o que mostra o surpreendente Relatório da Situação da Paternidade no Brasil, divulgado pela Promundo.

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Rede Nacional de Primeira Infância lança vídeos para famílias

Rede Nacional da Primeira Infância lança vídeos para a internet abordando temas como orçamento, obesidade infantil e prevenção de acidentes. Tema é de extrema relevância: 10% da população brasileira é formada por crianças na chamada primeira infância (de zero a seis anos). O material pode ser acessado e compartilhado por usuários. Saiba mais.

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E que venha 2017

Até que enfim acabou o ano de 2016…. Que o próximo ano venha nos trazer saúde, paz e tudo o que desejarmos. E de nossa parte, cabe exercitarmos a tolerância e principalmente, o amor. E que venha 2017!!!

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Os “terríveis dois anos”: a primeira adolescência

Aquele doce de criança da foto acima parece ter ficado no passado. Sua filha agora passa a fazer birra por qualquer coisinha, esperneia, grita e muda de humor repentinamente. Não é o fim do mundo, é o chamado “terrible two”, os “terríveis dois anos”. Ou então, a primeira adolescência como alguns especialistas costumam dizer. Mas há uma chance para nós papais sobrevivermos a essa fase?