Verdades e mitos sobre gordura para nossos bebês

Gordura e bebês

 

Quem não aprecia um bom churrasco? Quem não ama a gorda culinária mineira, como o papai aqui?

Amo comida e algumas vezes descambo para o exagero. Fico com peso na consciência em oferecer uma carne ou alimento mais gorduroso para a Luísa. Uma costelinha, um churrasquinho, uma porcariazinha aqui, outra ali… Mas aí esta semana fiz meu check up e os exames, apesar de meu desleixo alimentar, foram ótimos para um jovem coroa recém chegado aos quarenta.

A explicação, segundo a médica, pode estar na couve, capaz de absorver a gordura de alimentos mais pesados. E no futebol, que deveria ser praticado pelo menos umas três vezes por semana. Só o faço uma vez e , para desespero da mamãe, terei que ampliar as peladas devido à “orientação médica” (atenção papais boleiros: quem quiser, passo o nome da médica)

Curiosamente, esta semana recebi um material muito interessante da Danone Baby  sobre o tema (vale visitar a página e se cadastrar). E vi que a gordura é sim importante para os bebês e crianças. Muitas vezes relacionamos as gorduras ou lipídios à uma má alimentação. De fato, o nutriente pode estar ligado a quadros de obesidade e a doenças cardiovasculares, no entanto, é importante esclarecer todas as funções que o nutriente exerce em nosso corpo, especialmente durante os primeiros 1000 dias dos pequenos.

O DHA, por exemplo, já é conhecido por muitas mamães – E PAPAIS – , e esse nutriente é uma gordura e também o principal responsável pelo desenvolvimento do cérebro e, consequentemente, das funções cognitivas das crianças. Além disso, a gordura também está ligada à uma melhor absorção de todos os nutrientes que ingerimos e ao bom funcionamento do nosso sistema imune. Confira abaixo os principais mitos e verdades sobre a gordura. O quadro foi produzido pelo pessoal da Danone,

 

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Os primeiros 1000 dias, segundo os especialistas, compreendem a gestação e os dois primeiros anos de vida da criança. E é justamente nesse período que o corpo humano mais se desenvolve e recebe seus primeiros estímulos.
De acordo com a assessoria da Danone, mesmo após o nascimento, com os estímulos corretos, é possível modificar os genes e melhorar a saúde do indivíduo por toda a sua vida e também das próximas gerações. O segredo estaria neste início de vida. Além da chamada epigenética, também há outros fatores que devem ser considerados para melhorar a saúde a longo prazo, como o cuidado com a alimentação da criança, que deve incluir diferentes tipos de gordura em sua composição.

Lógico que não vou passar a dar uma costela assada e um sanduíche recheado de bacon para a Luísa todas as semana. Mas a gordura – sadia – vai estar sempre presente em sua dieta. E dá-lhe couve e futebol depois para absorver a gordura.

 

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